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PORTO Tour(8h)

Este tour poderia começar do outro lado do rio, numa vista sobre a cascata de casas que sobe até ao céu. Mas a beleza desta cidade não vive  de um postal singular, espalha-se por milhares de imagens. Em cada pedra de granito, há uma história escondida. Em cada monumento, há tradições que nos atraem. Em cada rua, há vidas que queremos viver. Em cada portuense, há um sorriso e um amigo. Em cada silêncio, há também música. E em cada olhar há o rio, há o mar, há o céu e há o horizonte.

Sejam bem-vindos ao nosso Tour do Porto.





  • 1. Avenida dos Aliados
  • 2. Livraria Lello
  • 3. Torre dos Clérigos
  • 4. Igreja do Carmo
  • 5. Mercado do Bolhão
  • 6. Stª Catarina/ Café Majestic
  • 7. Estação de S. Bento
  • 8. Sé Catedral
  • 9. Real Companhia Velha - Caves
  • 10. Almoço
  • 11. Ponte D. Luís I
  • 12. Igreja de S. Francisco
  • 13. Palácio da Bolsa
  • 14. Alfândega
  • 15. Museu do Vinho do Porto
  • 16. Museu do Carro Elétrico
  • 17. Foz/ Castelo do Queijo
  • 18. Museu de Serralves
  • 19. Casa da Música
  • 1. Avenida dos Aliados
  • 2. Livraria Lello
  • 3. Torre dos Clérigos
  • 4. Igreja do Carmo
  • 5. Mercado do Bolhão
  • 6. Stª Catarina/ Café Majestic
  • 7. Estação de S. Bento
  • 8. Sé Catedral
  • 9. Real Companhia Velha - Caves
  • 10. Almoço
  • 11. Ponte D. Luís I
  • 12. Igreja de S. Francisco
  • 13. Palácio da Bolsa
  • 14. Alfândega
  • 15. Museu do Vinho do Porto
  • 16. Museu do Carro Elétrico
  • 17. Foz/ Castelo do Queijo
  • 18. Museu de Serralves
  • 19. Casa da Música
  • 1. Avenida dos Aliados

    A Avenida dos Aliados fica mesmo no coração da cidade do Porto. É, em conjunto com a Praça da Liberdade e a Praça General Humberto Delgado, uma das suas principais artérias, mas é principalmente um local de encontros e de celebrações de momentos especiais. Não fora o seu nome nada mais, nada menos do que uma homenagem da cidade aos países aliados durante a I Grande Guerra Mundial.

    Já neste século, a Avenida foi alvo de uma reformulação dos seu eixo central levada a cabo pelos arquitetos Siza Vieira e Souto Moura.

    Para além de edifícios imponentes e históricos, é possível ficar a conhecer duas obras do escultor Henrique Moreira: A Juventude e Os Meninos.

  • 2. Livraria Lello

    Eleita a terceira livraria mais bela do mundo, a Livraria Lello e Irmão foi inaugurada em 1906 e é resultado de um projeto do engenheiro Francisco Xavier Esteves. Distingue-se pela sua fachada Arte Nova, com apontamentos neogóticos, o que a torna um dos exemplos mais representativos deste movimento na cidade do Porto.

    No interior, para além dos livros, destaca-se a impressionante escadaria que pela sua beleza foi a inspiração para a escadas de Hogwarts na saga Harry Potter.

    São de realçar igualmente as decorações em gesso pintado, a imitar madeira, e o grande vitral que ostenta o monograma e a divisa da livraria "Decus in Labore".

  • 3. Torre dos Clérigos

    Este é, por excelência, o ex-libris da cidade do Porto. Uma torre em estilo Barroco que é imponente ao olhar, mas é de facto a torre mais alta de Portugal, com seis andares e 76 metros de altura.

    Obra do arquiteto italiano Nicolau Nasoni, foi construída entre 1754 e 1763.

    Subindo os seus 225 degraus e chegando ao alto da Torre, tem-se uma vista de perder o fôlego sobre quase toda a cidade, as duas margens do rio Douro e, ao fundo, o mar.

  • 4. Igreja do Carmo

    A Igreja do Carmo é uma construção do estilo barroco/rococó e foi construída na segunda metade do século XVIII, pela Ordem Terceira do Carmo, segundo um projeto do arquiteto José Figueiredo Seixas.

    Geminada com a Igreja dos Carmelitas, do lado oeste, a sua fachada lateral  está revestida por um grandioso painel de azulejos que representa cenas alusivas à fundação da Ordem Carmelita e ao Monte Carmelo. No seu interior, destacam-se a excelente talha dourada nas capelas laterais e no altar-mor, a estatuária e diversas pinturas a óleo

    Foi classificada como Monumento Nacional 2013, em conjunto com a Igreja das Carmelitas.

  • 5. Mercado do Bolhão

    Este é o mercado mais emblemático da cidade e o seu nome está relacionado com um extenso lameiro que existia ali e que era atravessado por um regato que formava uma bolha de água.

    Apesar da sua história se iniciar em 1839, só em 1914 é que o Mercado do Bolhão assume a traça actual, num projeto desenhado pelo arquiteto Correia da Silva, caracterizando-se pela monumentalidade típica do estilo neoclássico.

    É um mercado vocacionado para a venda de produtos frescos e os vendedores estão divididos por secções: peixarias, talhos, hortícolas e florais. 

  • 6. Stª Catarina/ Café Majestic

    Esta é a rua mais comercial da Baixa do Porto, e apesar de se prolongar até à Praça do Marquês do Pombal, é na parte entre a Praça da Batalha e a Rua da Firmeza que se concentram o maior número de lojas e de pessoas.

    A sua planificação deveu-se ao espírito visionário dos Almadas cujas obras de requalificação, na segunda metade do século XVIII, encheram a cidade do Porto com uma nova visão e luz.

    São vários os pontos de interesse que se podem encontrar ao passear por esta rua: o Café Majestic, inaugurado em 1921; o Grande Hotel do Porto, um dos mais prestigiados hotéis da cidade e que foi inaugurado em 1889;  a Capela das Almas, construída no início do século XVIII e as fachadas Arte Nova da Livraria Latina e da antiga Ourivesaria Reis & Filhos.

    6.1 Café Majestic

    Há no Porto uma forte ligação aos cafés como locais de encontro, de tertúlias e de convívio. Não faltam um pouco por toda a cidade, exemplos de cafés que resistiram ao tempo e às mudanças de hábitos.

    Um caso feliz de resistência é o Café Majestic, um luxuoso café que abriu as portas nos anos 20 do século passado, mas que ainda hoje mantém a sua beleza e magia intactas.

    É considerado um dos mais belos e representativos exemplares de Arte Nova portuguesa, sendo que a imponente fachada em mármore, adornada com aspetos vegetalistas de formas sinuosas, reflete o bom estilo decorativo da altura.

    No pátio interior, é possível encontrar um Jardim de Inverno, decorado com estátuas. 

  • 7. Estação de S. Bento

    Foi edificada no princípio do séc. XX no preciso local onde existiu o Convento de S. Bento de Avé-Maria, com cobertura de vidro e ferro fundido, da autoria do arquiteto Marques da Silva.

    A sua inauguração oficial ocorreu no dia 5 de Outubro de 1916, momento em que foi possível apreciar o esplendoroso átrio revestido com vinte mil azulejos historiados, do pintor Jorge Colaço, que ilustram a evolução dos transportes e cenas da história e vida portuguesas. 

  • 8. Sé Catedral

    A Sé do Porto é um dos monumentos mais antigos de Portugal e o início da sua construção teve lugar na primeira metade do século XII.

    É um edifício de estrutura romano-gótica, dos séc. XII e XIII, tendo sofrido grandes remodelações no período barroco (séc. XVII-XVIII). No seu interior mantém características de uma igreja-fortaleza, com ameias. Na sua estrutura destacam-se a bela rosácea (séc. XII) e a loggia ou galilé lateral (1736), obra de Nicolau Nasoni, voltada para a cidade. Junto às portas encontram-se monumentais pias de água benta, dos finais do séc. XVII e, junto à pia baptismal seiscentista, há um baixo-relevo de Teixeira Lopes (Pai). Uma graciosa escadaria do século XVIII, projectada por Nasoni, conduz aos pisos superiores, onde painéis de azulejos exibem a vida da Virgem e as Metamorfoses de Ovídio.

  • 9. Real Companhia Velha - Caves

    A Real Companhia Velha, nasce a 10 de Setembro de 1756, por Alvará Régio de El-Rei D. José I, sob a proteção do seu Primeiro-Ministro, Sebastião José de Carvalho e Mello, Marquês de Pombal. Constituída pelos "principais lavradores do Alto-Douro e homens Bons da Cidade do Porto, à Companhia foi confiada a missão de sustentar a cultura das vinhas, conservar a produção delas na sua pureza natural, em benefício da Lavoura, do Comércio e de Saúde Pública".

    Dos inúmeros serviços prestados pela Companhia à causa pública, destaca-se como o mais notável, devido à sua enorme importância, a chamada "Demarcação Pombalina da Região do Douro", levada a cabo entre 1758 e 1761 pelos Deputados da Junta da Administração da Real Companhia Velha.

    Assim nasceu a região dos vinhos de Feitoria do Douro, a mais antiga região demarcada do mundo.

    Hoje em dia, a Real Companhia Velha é a principal produtora de Vinho do Porto e proprietária de algumas das melhores Quintas da Região do Douro onde são produzidos os famosos vinhos desta bissecular Companhia.

    Conhecer a sua  história passa, obrigatoriamente, por uma vista às famosas caves onde o Vinho do Porto descansa em cascos de madeira nobre, um trabalho secular levado a cabo por hábeis tanoeiros.

    É aqui que se celebram 258 anos de existência e de atividade ininterrupta ao serviço do Vinho do Porto e nada melhor do que uma visita para ter uma visão histórica e saborosa deste vinho. 

  • 10. Almoço

  • 11. Ponte D. Luís I

    A Ponte D. Luís I ou D. Luiz I é uma ponte em estrutura metálica com dois tabuleiros, construída entre os anos 1881 e 1888, ligando as cidades do Porto e Vila Nova de Gaia, separadas pelo rio Douro. O engenheiro belga Théophile Seyrig, discípulo e colaborador de Gustave Eiffel, foi quem efetivamente projetou e construíu a ponte D. Luís I, um dos maiores ex-libris da cidade do Porto.

  • 12. Igreja de S. Francisco

    A Igreja Monumento de São Francisco foi classificada como Monumento Nacional em 1910, e património mundial em 1996 pela UNESCO, já que faz parte da  zona histórica do Porto. É um exemplo gótico-barroco da arquitetura religiosa, sendo que no seu exterior se reconhecem pormenores de recorte gótico e no seu interior toda a riqueza e exuberância do estilo barroco.

    A Igreja de São Francisco, cuja construção se iniciou no reinado de D.Fernando em 1383, foi sendo sucessivamente enriquecida ao longo dos anos, com especial destaque para a remodelação feita no início do século XVIII e que lhe confere ainda hoje o estatuto de Igreja forrada a ouro. Como é um dos mais ricos e belos repositórios de talha dourada de Portugal, trabalhada desde o século XVII até meados do século XVIII, a Igreja de São Francisco documenta  de modo vivo a arte dos entalhadores portuenses.

  • 13. Palácio da Bolsa

    O Palácio da Bolsa, ou Palácio da Associação Comercial do Porto, começou a ser construído em 1842, após o fecho definitivo da Casa da Bolsa do Comércio. Até aí os comerciantes portuenses eram obrigados a discutir os seus negócios na Rua dos Ingleses, ao ar livre.

    No edifício é possível reconhecer a presença de vários estilos arquitetónicos, como por exemplo: traços do neoclássico oitocentista, arquitetura toscana, bem como o neopaladiano inglês.

    Durante a construção da Ponte D.Maria Pia, Gustave Eiffel trabalhou num gabinete dentro do Palácio da Bolsa, gabinete esse que pode ser visitado e que contem documentos importantes sobre o trabalho do engenheiro francês e a cidade.

    Hoje em dia, o Palácio da Bolsa recebe nas suas salas diversos eventos culturais, sociais e políticos, sendo o Salão Árabe aquele que detém o maior destaque devido, como o nome indica, aos estuques do século XIX legendados a ouro com carateres arábicos que preenchem as paredes e o teto da sala. 

  • 14. Alfândega

    Onde hoje é o Edifício da Alfândega existia a Praia de Miragaia. O edifício foi mandado edificar em 1859, tendo o seu primeiro núcleo sido inaugurado em 1869 e a construção total foi terminada dez anos mais tarde.

    O arquiteto francês Jean Colson optou pela margem direita do rio Douro e por uma antiga praia de pescadores para a sua edificação, o que obrigou à construção de uma enorme plataforma, onde assenta hoje a Alfândega, e que substituiu a antiga praia de Miragaia. Para facilitar o transporte de mercadorias, a Alfândega e a Estação de Campanhã foram ligadas, em 1888, por um ramal de caminho-de-ferro (Ramal da Alfândega).

    Este conjunto de modificações é considerada como uma das mais profundas alterações urbanísticas e paisagísticas da cidade do Porto no século XIX.

    A partir de 1990, o edifício foi restaurado e requalificado pelo arquiteto Eduardo Souto de Moura, passando a abrigar um Centro de Congressos, o Museu de Transportes e Comunicações e a sede da Associação Museu de Transportes e Comunicações (AMTC).

  • 15. Museu do Vinho do Porto

    Inaugurado em 2004, o Museu do Vinho do Porto está situado num edifício do século XVII, nas margens do rio Douro, onde outrora funcionou um armazém os Vinhos da Companhia Geral da Agricultura da Vinhas do Alto Douro e o depósito da Alfândega Nova.

    Aqui pode conhecer-se a história e a importância do comércio do vinho do Porto no desenvolvimento histórico da cidade. A visita é enriquecida através de diversos painéis e plataformas multimédia que ilustram o ciclo de vida do famoso vinho: toda a atividade comercial, a região vinhateira, a linha férrea do Douro, os barcos rabelos, a evolução das garrafas e exposição de vários objetos relacionados com a produção do Vinho do Porto.

  • 16. Museu do Carro Elétrico

    Inaugurado em 1992 na antiga central termoelétrica de Massarelos, o Museu do Carro Eléctrico convida a cidade e os seu visitantes  para uma viagem no tempo e na história do transporte no Porto.

    No seu espólio conta com 16 carros elétricos, 5 carros atrelados, 2 carros automóveis de apoio, um conjunto de veículos que representa a evolução dos transportes urbanos e convida  a experimentar e conhecer de perto a história, o desenvolvimento e o impacto sócioeconómico dos transportes públicos sobre carris da cidade.

  • 17. Foz/ Castelo do Queijo

    É aqui que o Rio Douro desagua e encontra o Oceano Atlântico, um belo encontro que pode ser testemunhado num longo passeio.

    E se as belezas naturais não forem suficientes, é na Foz do Douro que podem também ser visitados o Forte de São João Baptista e a Igreja Matriz.

    Mais adiante e ao longo da orla marítima, o mar e o horizonte podem ser contemplados numa das várias esplanadas ou nos vários jardins que se encontram desenhados até ao Castelo do Queijo.

    17.1 Castelo do Queijo

    Segundo reza a lenda, o Forte de São Francisco Xavier é mais conhecido como Castelo do Queijo por ter sido construído sobre uma rocha de granito arredondada, cuja forma se assemelhava a um queijo (penedo do Queijo).

    Este exemplar da arquitetura militar seiscentista, ocupa uma posição privilegiada e dominante sobre o Atlântico, razão pela qual teve um papel importante em vários conflitos, como são o caso da Guerra da Restauração (1664-1668) ou as Guerras Liberais (1818-1834).

    Em 1934, foi classificado com Imóvel de Interesse Público e, atualmente, inclui um museu histórico-militar.

  • 18. Museu de Serralves

    O Museu de Serralves é o mais importante museu de arte contemporânea em Portugal e é considerado um espaço de referência a nível internacional. Este projeto do arquiteto Siza Vieira destaca-se tanto pelas exposições que  recebe, como pela sua arquitetura e espaços envolventes, como são o caso dos magníficos jardins e da casa, uma obra do arquiteto Marques da Silva.

    Durante todo o ano, o Museu de Serralves  apresenta mostras de arte contemporânea, espectáculos de dança e performance, concertos de música e outras atividades culturais.

    Uma vez por ano, o Museu de Serralves abre as suas portas e, durante 48 horas non-stop torna-se o palco principal da cultura na cidade, reforçando os laços que mantém com a cidade, os portuenses e com quem gosta de cultura.

  • 19. Casa da Música

    Inaugurada em Abril de 2005, a Casa da Música é hoje a principal sala de concertos do Porto.

    Idealizada no âmbito da "Porto 2001 - Capital da Cultura" e projetada pelo arquiteto holandês Rem Koolhaas, a Casa da Música destaca-se tanto pelos seus traços arrojados como pela programação inovadora, como espaço para todas as músicas, atraindo vários públicos e sempre estimulando o gosto pela música.

    Tem dois auditórios principais, a Sala Suggia e a Sala 2, que em conjunto têm capacidade para quase 2000 pessoas. Outras pequenas salas, bares e um restaurante completam  e complementam a casa onde a música vive no Porto.

Mínimo 2 pessoas

0€

por pessoa

Frequência : Todo o ano
Reserva obrigatória                                                                                                                     Nota: Almoços e entradas em monumentos não está incluído no preço.                                          Caso pretenda uma rota à medida, por favor contacte-nos.

Duração: 8 horas

 



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